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Assédio a pré-candidata ao governo “Rose Modesto” aumentou, Puccinelli, Riedel e Marquinhos a querem de vice, e não como adversária

O ex-governador André Puccinelli, pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo MDB e que já chefiou o Estado por dois mandatos (2007-2014), disse ontem ter convidado a deputada federal Rose Modesto, pré-candidata do União Brasil, a unir-se a ele como vice, que a chapa seria a “vencedora”.

A parlamentar confirmou o aceno e acrescentou que Eduardo Riedel e Marcos Trad, respectivos pré-candidatos do PSDB e PSD, também a convidaram para ser vice, mas Rose afirmou já ter despachado o trio.

Além de dizer que convidou Rose para ser sua vice, Puccinelli afirmou que a pré-candidata estaria indecisa.

Em nota enviada por meio da assessoria de imprensa, a deputada federal, que está em Brasília, desmentiu o ex-governador.  

“Eu não estou indecisa de nada. Muito pelo contrário, estou  convicta de que serei a primeira mulher governadora de Mato Grosso do Sul. Eu sou pré-candidata ao governo de Mato Grosso do Sul, sim.  Eu digo ainda porque antes das convenções não posso usar o termo candidata”, retrucou a parlamentar.

Rose Modesto, no comunicado, reafirmou o que foi dito pelo ex-governador acerca da proposta de vice, mas complementou: “Não é  segredo de ninguém que o André, Riedel e Marcos me chamaram para ser vice deles, mas eu não vou mudar de ideia. Se notarem nas pesquisas, vão perceber que o  meu sonho de ser governadora de MS não é  um sonho que eu estou sonhando sozinha, e sim com milhares de sul-mato-grossenses”.

A aspiração da deputada à disputa pelo governo teve início em 2020, ano em que ela concorreu à Prefeitura de Campo Grande mas teve o desejo reprimido pelo ex-partido, o PSDB. À época, o comando dos tucanos preferiu apoiar o então prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), que concorria à reeleição.

Desde então, a parlamentar trabalha a ideia de brigar pelo governo. Para a disputa de 2022, o PSDB escolheu outro pré-candidato, o ex-secretário estadual Eduardo Riedel (Infraestrutura), e, de novo, deixou Rose na “geladeira”.

Diante da recusa, a deputada federal saiu do partido e filiou-se ao União Brasil, que ofertou a ela a pré-candidatura ao governo.

Correio do Estado

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