Economia

Carta por medidas contra pandemia tem 1.700 assinaturas

Entre os novos signatários, em relação à versão divulgada na tarde de segunda-feira (22), estão o ex-presidente do Itaú Unibanco Candido Bracher, atualmente no conselho do banco, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, o economista Roberto Giannetti da Fonseca e os ex-ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Antonio Cezar Peluso e Eros Grau.

A carta aberta assinada por economistas, banqueiros e empresários que pede medidas mais eficazes para o combate à pandemia do novo coronavírus alcançou 1.689 assinaturas nesta quinta-feira (25).

Entre os novos signatários, em relação à versão divulgada na tarde de segunda-feira (22), estão o ex-presidente do Itaú Unibanco Candido Bracher, atualmente no conselho do banco, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, o economista Roberto Giannetti da Fonseca e os ex-ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Antonio Cezar Peluso e Eros Grau.

Na nova versão foi adicionada também uma nota sobre a origem do documento, com objetivo de esclarecer que tudo começou com um movimento só de economistas, apartidário: “Essa carta surgiu no âmbito do grupo Economistas do Brasil, motivada pela preocupação comum dos efeitos da pandemia e o impacto na economia e na sociedade.”

O documento já foi encaminhado a representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Entre os signatários estão os economistas Edmar Bacha, Laura Carvalho, Felipe Salto e Elena Landau. No setor financeiro, a carta tem a chancela de Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles, co-presidentes do conselho de administração do Itaú Unibanco e Luis Stuhlberger (Verde Asset).

Também há representantes diretamente ligados ao setor produtivo, entre eles Pedro Parente (BRF) e Paulo Hartung, ex-governador do Espírito Santo e hoje presidente-executivo da Ibá (entidade que representa a cadeia produtiva de árvores, papel e celulose).

Entre as quatro medidas citadas na carta como indispensáveis para o combate à pandemia, estão a aceleração do ritmo de vacinação, o incentivo ao uso de máscaras -tanto com distribuição gratuita quanto com orientação educativa-, a implementação de medidas de distanciamento social e a criação de um mecanismo de coordenação do combate à pandemia em âmbito nacional, orientado por uma comissão de cientistas e especialistas.

Na segunda-feira (22), durante o debate sobre o lançamento do documento, divulgado pela primeira vez no domingo, os cinco economistas responsáveis pela redação do documento afirmaram que as medidas de restrição à circulação para combate ao vírus são necessárias e terão menos efetividade sem a colaboração do governo federal e de mais governadores e prefeitos.

Fonte:www.noticiasaominuto.com.br

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Eidson Brito

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