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DMX, rapper morto aos 50 anos, deixou dois filmes inéditos

Ele se destacou na cena de Nova York dos anos 90 e foi um dos nomes mais importantes do rap com letras pesadas. Além do hip hop, ele atuou em filmes e deixou dois longas filmados.

DMX, rapper que morreu aos 50 anos nesta sexta-feira (9), também tinha uma carreira como ator, e ele deixou cenas filmadas para dois longas ainda não lançados.

“Fast and Fierce: Death Race” conta a história de uma corrida ilegal de carros realizada entre o México e a California. Um jovem ajuda a namorada de um gangster a fugir de problemas, alguns deles releacionados a esses rachas.

Outro filme de ação com DMX no elenco é dirigido pelo primo do rapper, Antonio Simmons. “Doggmen” tem Tara Reid (“American Pie”) como protagonista.

Antes desses dois filmes, DMX contracenou com Steven Seagal em “Rede de Corrupção” (2001) e com Jet Li em “Contra o tempo” (2003) e “Romeu tem que morrer” (2000). Os três filmes foram dirigidos pelo polonês Andrzej Bartkowiak.

Maior legado é na música

DMX foi um dos principais rappers da prolífica cena de hip hop de Nova York dos anos 90. Ele fazia um som pesado com letras agressivas sobre a realidade das ruas.

Ele cresceu em Nova York e teve uma infância marcada por abusos familiares e problemas com a polícia.

No início dos anos 90, ele se tornou mais ativo na cena e colaborou com artistas como Jay-Z, LL Cool J e Ja Rule. Ele se destacou com letras sobre violência e ficou famoso no final da década.

Entre 1998 e 2003, cinco de seus álbuns estiveram no topo das listas de vendas nos Estados Unidos. Os mais marcantes foram a estreia “It’s Dark and Hell is Hot”, e a sequência “… And Then There Was X”.

Entre as músicas de maior sucesso dele estiveram “Get me a dog” (1998), “Party Up (Up in Here)” (2000) e “Money, Power & Respect”, com The Lox e Lil’ Kim (1998).

Hits: 4

Redação Ms de Fato

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