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Eidson Brito (REDE) rebate Declarações de membros do Partido no Municipio

Uma matéria publicada pelo site Região News, onde seu conteúdo dizia que o Partido Rede não concorda com a decisão do Vereador eleito,Gilson Galdino (REDE), em acompanhar o Grupo de vereadores, onde Vanda Camilo (PP) seria a Presidente, é rebatida pelo Dirigente do Partido, Eidson Brito (REDE).

Brito explica que, o Partido tem direito de decidir em caso de uma nova eleição para Prefeito, os rumos que a sigla deve tomar e não decidir o voto que o vereador do partido irá optar para composição de mesa diretora da Câmara municipal.

” Realmente nossa Sigla acompanhou o candidato do PSDB na disputa para Prefeitura de Sidrolândia, porém esta eleição se findou e o que está em questão agora é a composição da mesa diretora, e  essa decisão cabe ao Gilson decidir e não ao partido. Esta última eleição foi atípica e isso está gerando toda essa especulação. Conversei com o Gilson, trocamos ideias , e na minha opinião ele não está traindo e muito menos agindo com infidelidade partidária, pois o fato em questão agora é o espaço na mesa diretora, e isso , cabe a ele apenas decidir”, afirma Brito.

“Tivemos sim uma reunião em minha casa ontem (29), onde se fizeram presentes membros do diretório e alguns candidatos a vereador do pleito transcorrido. Na minha opinião ter maturidade para aceitar uma derrota é qualidade de poucos. Eu também disputei a eleição e perdi, porém entendo que o Gilson por seus méritos, saiu vencedor e hoje tem o direito de exercer e ter o comando de seu mandado, pois se trata de direito político adquirido. Ele de forma alguma está fazendo leilão da sigla, pois caso essa composição traga espaços políticos para o partido, o mesmo deixou claro que não seria ocupado por pessoas ligadas a ele e sim deveria ser preenchida por pessoas qualificadas e aptas para as funções. Dizer que o Partido não concorda com a decisão do nosso vereador é uma inverdade. O fato é que alguns membros , e 4 candidatos dos 16 que tivemos , queria de forma arbitrária , impor sua opinião no voto do Vereador eleito, questão esta que é totalmente sem amparo algum”, continua Brito.

” Em Fevereiro deveremos ter a decisão do TSE em relação ao pleito transcorrido, aí sim o Partido irá de forma consensual deliberar qual Candidato a prefeito seguir e apoiar. Caso o vereador não siga as decisões da executiva, aí sim teria possibilidade de cogitar a situação de infidelidade partidária. Mas afirmar isso hoje é uma grande prova de desconhecimento. Não sabemos ainda nem quem serão os candidatos, agora imagina você querer decidir uma mesa diretora, que terá mandato de 2 anos , em cima de paixões ou suposições de quem será ou não candidato. O Gilson tem sim o aval da Direção Municipal e da Direção Estadual pois este é um voto dele e não cabe a nós interferir,”  conclui Brito.

 

 

 

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Redação Ms de Fato

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