Cidades

Equipes da Agesul trabalham aos finais de semana para recuperar rodovias

Serviços de tapa-buraco e roçamento de vegetação são algumas das missões nos multirões de sábado e domingo

A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) determina que 17 equipes de manutenção de rodovias executem serviços de tapa-buraco, nivelamento de pista, encascalhamento, raspagem e roçamento até aos finais de semana.

Com chuvas abundantes, estradas são danificadas e, a vegetação às margens da pista, cresce. Com isso, os serviços da Agesul são acionados.

De acordo com a agência, o objetivo é garantir segurança e qualidade aos motoristas que trafegam nas rodovias de Mato Grosso do Sul, além de aproveitar períodos de sol para finalizar obras.

A MS-164, entre Ponta Porã e a BR-167; MS-384, no trecho entre Antônio João e a MS-164; MS-270, no trecho da Placa do Abadio até a MS-164 e MS-384 entre Bela Vista e Antônio João já receberam as manutenções de tapa-buraco.

Também já foram recuperadas as estradas MS-436, entre a Pontinha do Coxo e Figueirão e MS-324, próxima as cidades de Figueirão e Paraíso das Águas. Serviços de tapa-buraco ainda estão ocorrendo na MS-286, que liga a cidade de Aral Moreira à rodovia MS-386 (Posto Taji).

A MS-270, que liga Itaporã à BR-060, ainda receberá manutenção de raspagem e encascalhamento. A estrada Vicinal da Margarida, em Bela Vista, já foi nivelada para garantir escoamento de milhares de hectares de soja.

Roçamento da vegetação e encascalhamento foram alguns dos serviços feitos na MS-382, entre Guia Lopes da Laguna e Bonito.  Na MS-316, em Chapadão do Sul e MS-195, em Porto Murtinho, foram feitas raspagens. Outras rodovias também já receberam reparos.

Perigo

As chuvas de verão não têm comprometido apenas ruas de centros urbanos. Estradas que dão acesso a municípios no interior do Estado também foram afetadas.

A MS-080, que liga Campo Grande à Rochedo, possui buracos e matagal às margens da rodovia que comprometem a segurança de motoristas.

Proprietária de uma chácara na região de Rochedo, Valdirene Alves Camargo frequenta a rodovia semanalmente e conta que a situação da pista está perigosa. “Toda semana faço o trajeto Campo Grande-Rochedo e, após essa chuvarada, percebi que há buracos na via, que muitas vezes preciso invadir a pista contrária para desviar”, afirma.

Para ela, o risco tem sido duplo. “Não sei o que é pior, passar a 80 km/h em cima dos buracos e desestabilizar o carro, com risco de capotamento, ou invadir a pista contrária e correr o risco de colisão. Está complicado”, complementa.

Morador de Rochedo, Valdir José Bosso vem com frequência a Campo Grande e relata que a estrada está com muitos buracos.

Além disso, reclama da vegetação que tem invadido a pista e da falta de sinalização no trecho, principalmente alertando que há risco de animais na pista.

Em entrevista ao Correio do Estado, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) informou que equipes já estão trabalhando na recuperação da MS-080, no trecho entre Campo Grande e Rochedo.

Com 2.213 quilômetros de extensão, a BR-262 é uma importante via de Mato Grosso do Sul. Com as chuvas, a rodovia também foi afetada, com o surgimento de buracos em vários trechos.

De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), obras já estão sendo feitas nesse local. Do KM 708 ao 781, trecho entre a ponte do Rio Paraguai e da Fronteira com a Bolívia, há operação de tapa-buracos, as árvores estão sendo podadas e também há execução de meio-fio.

Sem distinção das outras, a MS-040 também sofre com buracos, que podem ser a causa de acidentes na pista.

O trajeto liga Campo Grande ao município de Santa Rita do Pardo e serve como rota alternativa para caminhões que saem de Corumbá (MS) com destino ao Porto de Santos (SP).

Equipes da Agesul já estão trabalhando no local, porém, muitas vezes, as obras têm de ser paradas por conta das chuvas.

Fonte: correiodoestado.com.br

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Eidson Brito

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