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Lei torna líderes religiosos prioritários para vacinação contra Covid-19 em MS

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Foi publicado no Diário Oficial de Mato Grosso do Sul desta quinta-feira (05) a lei que autoriza que os representantes religiosos sejam grupo prioritário no Programa de Vacinação contra a Covid-19. 

Segundo a normativa, se encaixam no grupo de pastores, padres e líderes religiosos credenciados por sua representação religiosa.

Para ter direito ao imunizante, o líder deve comprovar a qualificação.

É necessário que apresente um comprovante de endereço da instituição religiosa a qual pertence ou, sendo o caso, do contrato de contrato assinado por duas testemunhas, com reconhecimento de firma das partes envolvidas. 

Além da Covid-19, aos líderes são assegurados à prioridade nas campanhas de vacinação contra doenças contagiosas realizadas em Mato Grosso do Sul. 

A lei é de autoria do deputado estadual Lidio Lopes (PATRI) e foi aprovada na Assembleia Legislativa no dia 15 de julho.

Na época da aprovação da Câmara, o deputado defende que os líderes religiosos estão na linha de frente.

“Essas pessoas, os líderes religiosos de qualquer denominação, estão na linha de frente de atendimento às pessoas que requerem e precisam de todo o tipo de ajuda devido à pandemia do novo coronavírus”, relatou.

Durante uma pandemia, as igrejas permanecerão abertas durante grande parte do tempo. Além disso, foi aprovada uma lei, no qual diz que os locais são serviços essenciais em Mato Grosso do Sul. 

O serviço pode operar, ainda que sob restrições, em tempos de crises causadas por doenças contagiosas e catástrofes naturais. Por outro lado, esses adaptados devem observar como regras de biossegurança decretadas pelas prefeituras.

Segundo uma pesquisa realizada em abril deste ano, cerca de 5,1% dos brasileiros concordam que as escolas estudadas ficarão fechadas como forma de combate ao contágio do coronavírus.

Em contrapartida, 41,4% não concorda com esta medida, e 3,5% não sabe ou não opinou.

A aprovação da lei ocorre, no entanto, com a vacinação avançada em Mato Grosso do Sul, o que pode indicar que a maioria dos padres e pastores já foram vacinados em outros grupos prioritários ou por idade.

Correiodoestado

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