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Maiara e Maraisa são proibidas de usar o termo ‘As Patroas’, projeto que tinham com Marilia Mendonça

Maiara e Maraisa sofreram uma derrota judicial no último fim de semana. A dupla foi proibida na Justiça de utilizar a marca “As Patroas”, no singular ou no plural. As irmãs junto com Marília Mendonça tinham um projeto audiovisual e que já tinha iniciado quando a cantora faleceu.

Por liminar, a Justiça determinou que caso a dupla retornasse a usar o termo, seja para publicidade ou em eventos, uma multa de R$ 100 mil deveria ser aplicada.

A cantora Daisy Soares já tinha sido reconhecida como proprietária, e acabou denunciando o uso para a Justiça da Bahia. Ela conseguiu o poder da marca em 2017, mesmo utilizando desde 2013 como também nome da banda de forró que é vocalista.

Na ação, Daisy conta que quando o escritório que gerencia a carreira das sertanejas fez o pedido no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), questionou a escolha. Mas foi informado que seria usado apenas para uma festa, porém tomou grandes proporções.

A cantora baiana afirmou que tentou conversar de maneira amigável com os advogados da Workshow, escritório que gerencia a carreira das sertanejas, mas que não entraram em um acordo.

Em conversa com Lucas Pasin, Daisy contou que criou a banda “A Patroa”, em 2013, e que nunca quis realmente brigar judicialmente sobre o assunto. Ela revelou que chegou a conversar com Marília Mendonça, e que a sertaneja estava disposta a um acordo.

“Foi uma conversa muito agradável. Marília foi maravilhosa e estava disposta a conversar, mostrou empatia. Contamos a ela toda a história da banda, falei que não queria briga, e ela se importou. Marília quis resolver, mas faleceu. Depois disso, não resolvemos com mais nenhuma conversa”, disse.

Daisy diz ainda que vem sendo muito atacada nas redes sociais por fãs de Maiara e Maraisa, e reforça que não pretende brigar com ninguém.

“Estou sendo penalizada com toda essa história, e massacrada nas redes. Não tenho nenhum problema com as meninas. O que eu tenho é o registro da minha marca, que é meu por direito, e trabalho com ela há 9 anos. Estou apenas defendendo o meu produto”.

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