Saúde

Mais Médicos para o Brasil: cinco cubanos são reincorporados em Mato Grosso do Sul

Em todo o País, são mais de 350 profissionais que trabalharão em 24 estados.

Cinco médico cubanos foram reincorporados ao Projeto Mais Médicos para o Brasil para atuarem em Mato Grosso do Sul.

Portaria do Ministério da Saúde com a lista dos nomes dos médicos cubanos e os respectivos registros únicos foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (11).

Conforme a publicação, os profissionais irão trabalhar em cinco municípios do interior do Estado, sendo Bandeirantes, Bodoquena, Caarapó, Figueirão e Mundo Novo.

Em todo o Brasil, mais de 350 profissionais foram reincorporados ao programa Mais Médicos pelo Brasil.

Além de Mato Grosso do Sul, os médicos trabalharão nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

Mais médicos para o Brasil

O programa foi lançado no dia 1º de agosto de 2019, pelo governo federal, em substituição ao Mais Médicos.

O principal objetivo do programa é a interiorização de médicos pelo país, especialmente nas regiões mais remotas e desassistidas.

O programa prevê a priorização da prestação de serviços médicos na atenção primária de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente em municípios pequenos e remotos do Brasil, locais de difícil provimento ou alta vulnerabilidade.

Médicos cubanos que já atuaram no Mais Médicos podem atuar no Mais Médicos pelo Brasil, entretanto, eles devem cumprir alguns requisitos, como estar no Brasil na condição de naturalizado, residente ou com pedido de refúgio e fazer a revalidação de seus diplomas, por meio do Revalida, exame de revalidação de diplomas para médicos formados no exterior.

Veja a Portaria nº 71, de 10 de dezembro de 2020, com a lista dos nomes dos médicos incorporados ao Projeto Mais Médicos para o Brasil.

Fonte:correiodoestado.com.br

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Eidson Brito

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