Cidades

Posto de combustível altera preços três vezes em um dia e é autuado pelo Procon-MS

Além disso, posto localizado na região do Panamá não possuía placas sinalizando os preços dos produtos.

Após denúncias, a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) penalizou um posto de combustível que chegou a alternar o valor da gasolina três vezes em um único dia.

Além disso, local não disponibilizava placas que sinalizam o preço dos combustíveis, que é um direito do consumidor.

Na terça-feira (2), a margem no preço do etanol era de R$0,21, ontem (3), o valor mais que dobrou: chegou a R$0,47. Já no valor da gasolina, na segunda-feira (1), sua margem era de R$0,39 e na quarta-feira R$0,55.

O posto está localizado na rua Yokohama, no Jardim Panamá, em Campo Grande. O objetivo do dono é de obter mais lucros. O estabelecimento deverá dar satisfações ao Procon e pagar multas.

Alta

Pela quinta vez em três meses, a gasolina ficou mais cara no Brasil. E, pela quarta vez apenas neste ano, brasileiros também “sentiram no bolso” mais uma alta no diesel.

Os combustíveis ficaram mais caros na última terça-feira (2). O preço médio da gasolina nas refinarias é de R$2,60 por litro e do diesel R$2,71.

A alta se deve após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) solicitar a troca do presidente da Petrobras. Os aumentos frequentes no preço do combustível têm irritado Bolsonaro, que indicou Joaquim Silva e Luna para substituir o atual comandante da estatal, Roberto Castello Branco.

Em 19 de fevereiro, combustíveis sofreram mais um aumento. Nesta data, a gasolina subiu R$0,23 e diesel R$0,34.

Impacto

Trabalhadores autônomos, que dependem do carro para garantir o sustento familiar, são grandemente afetados pela alta no preço dos combustíveis. Houve protestos pela classe na capital, que abasteceram R$ 0,50 centavos em um posto de combustível.

Além disso, entregadores de Delivery se reuniram próximo ao Parque dos Poderes para protrstar contra o valor. O motorista de aplicativo, Walter Almeida, criticou a alta constante nos preços.

“Estou trabalhando para pagar a gasolina. Como faço corridas em toda cidade, fico pesquisando qual posto de combustível está mais barato, mas os valores estão absurdos e influenciam diretamente o meu lucro no final do mês. Não tenho para onde correr, o carro não anda sem combustível”, conta.

Jaime Rodrigues de Oliveira, proprietário de ponto de taxi, também “sentiu no bolso” o aumento. “É um absurdo. Não trabalho mais como taxista, mas deixo motorista no carro. Além de dividir o lucro, tenho que lidar com esse preço horrível”.

Fonte: correiodoestado.com.br

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Eidson Brito

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